A advocacia paranaense esteve presente nos debates da II Conferência Nacional da Mulher Advogada, que teve início na última segunda-feira (28), em Belo Horizonte. O evento reuniu mais de duas mil advogadas em discussões sobre a condição das mulheres na sociedade e na advocacia. O Paraná foi representado pela conselheira federal Edni Arruda, pela presidente da Comissão da Mulher Advogada da Seccional, Luciana Sbrissia, pela vice-presidente da CAA-PR, Daniela Ballão, e pela presidente da Comissão da Mulher Advogada da Subseção de Campo Largo, Zeila Plath.
Luciana Sbrissia integrou a mesa no painel “Igualdade de Gênero e Empoderamento da Mulher”. A advogada falou sobre a adesão da OAB Paraná ao Pacto Global da ONU e fez um convite para as demais presidentes das CMAs conhecerem o projeto e levarem a causa às suas seccionais, assumindo um papel de liderança e coordenação dos projetos. “Com esse engajamento as advogadas terão um papel maior de protagonista de liderança feminina e empoderamento”, afirmou.
Ano da Mulher Advogada
O evento foi aberto pelo presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, na noite de segunda-feira. “O que nos move é, acima de tudo, a certeza de que o avanço da participação feminina na advocacia e em todas as demais esferas da vida social e política é meio de construir uma verdadeira democracia – mais justa, mais fraterna, mais humana”, afirmou, às advogadas de todo o país presentes na solenidade.
Lamachia traçou um panorama da evolução da condição das mulheres na sociedade e na advocacia, ressaltando que ainda há muito a ser feito pela igualdade de gênero. “A Ordem dos Advogados do Brasil, que congrega hoje mais de 477 mil advogadas (número já próximo do total de 523 mil advogados do sexo masculino), tem buscado contribuir para a promoção dos direitos das mulheres, impulsionando a valorização das profissionais da advocacia e pugnando pela consecução da plena igualdade de gênero no País”, exemplificou.
O presidente nacional relembrou as ações da atual gestão da OAB Nacional pelo fortalecimento da mulher na advocacia e na sociedade, inclusive declarando 2016 como o Ano da Mulher Advogada. A Ordem lançou, neste ano, o movimento “Diga Não à Violência Contra a Mulher” e se engajou na campanha “Justiça pela Paz em Casa”, do STF. Outra atuação importante foi no âmbito da Ação Declaratória de Constitucionalidade n. 19, na qual defendeu a aplicação efetiva da Lei Maria da Penha.
“Muita emoção me traz até aqui. Na bandeira de Minas, esse maravilhoso estado que nos recebe com os braços abertos, está cravada a inscrição “liberdade, mesmo que tardia”. Então vamos viver isso. Não iremos retroceder, pelo contrário, vamos firmar um pacto de diálogo firme e transparente, sob o seguinte lema: exercer a liberdade em busca da igualdade”, propôs a presidente da Comissão Nacional da Mulher Advogada da OAB, Eduarda Mourão.
Fonte: Conselho Federal
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