A OAB Paraná recebeu nesta quinta-feira (6) o Ouvidor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Luiz Cláudio Allemand. O conselheiro oriundo da OAB foi recebido pelo vice-presidente da OAB Paraná, Airton Molina, e pelo conselheiro estadual Márcio Dumas. Allemand veio ao Paraná a convite do Tribunal de Justiça (TJ-PR) para o I Simpósio da Ouvidoria do Poder Judiciário do Paraná, mas ressaltou que fez questão de visitar a seccional. “Não me considero um conselheiro, mas um advogado licenciado representando a classe no CNJ”, destacou.
O conselheiro se colocou à disposição da OAB para ouvir a advocacia paranaense em uma audiência pública. “A ideia hoje é mostrar a importância da ouvidoria para o cidadão, inclusive para o Poder Judiciário, que é um órgão constitucional, previsto na Emenda Constitucional nº45. Por conta da crise, as ouvidorias correm o risco de serem absorvidas pelas corregedorias. Isso não pode acontecer, a ouvidoria é um órgão independente”, frisou Allemand.
Para o conselheiro do CNJ, a ouvidoria pode ser transformada em uma ferramenta ativa, em um órgão de apoio à gestão do Poder Judiciário. “Um gestor do TJ tem na ouvidoria uma ferramenta fantástica para poder melhorar o atendimento à população. Ali é a porta de entrada, é o cidadão falando diretamente com o Poder Judiciário”, defendeu.
A Ouvidoria do CNJ teve 28 mil acessos de janeiro de 2015 ao mesmo período de 2016. Metade dos atendimentos tratavam da morosidade dos processos, segundo Allemand. “A Ouvidoria tem conseguido bons resultados, porque não somos corregedores. Quando o cidadão reclama, nós mandamos ofício à ouvidoria local para que ela entre em contato com o magistrado. Sempre com o cuidado de observar se os processos não estão dentro das metas do CNJ”, explicou.
Com atuação expressiva na OAB, Allemand presidiu a Comissão Especial de Tecnologia e Informação do CFOAB (2013/2015), e foi conselheiro federal nas gestões dos presidentes Roberto Busato (2004/2007), Ophir Cavalcante Junior (2010/2013) e Marcus Vinicius Furtado Coêlho (2013/2015). “Devo muito ao ex-presidente Roberto Busato, aprendi muito durante a gestão dele”, disse.
O vice-presidente Airton Molina destacou a atuação de Allemand no CNJ. “Para nós é motivo de orgulho a presença de um colega representando a nação brasileira no CNJ. Mais do que tudo isso, um profundo conhecedor de todas as demandas da advocacia e também da sociedade”, ressaltou Molina.
Fonte: OAB/PR
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