A OAB Nacional recebeu com otimismo a notícia da criação, pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do aplicativo Navegador PJe, uma versão desenvolvida especificamente para uso do processo judicial eletrônico instalado nos tribunais de todo o país e no CNJ. A ferramenta está disponível a partir desta sexta-feira (17).
A solução foi desenvolvida pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte (TJRN) e tem por objetivo facilitar a utilização do PJe para qualquer usuário, especialmente aqueles sem muita familiaridade com tecnologia.
A ferramenta checa automaticamente versões e softwares, tornando imediato o uso das funcionalidades pelo usuário. Anteriormente, ao acessar o PJe, muitas vezes era necessário que o usuário atualizasse ou alterasse as configurações em seu computador.
Para o presidente nacional da Ordem, Claudio Lamachia, a iniciativa do CNJ é muito positiva. “Creio que o CNJ acertou, mostrando que está sensível às demandas de advogados, cidadãos e demais usuários. Ninguém precisa ser especialista em tecnologia para ter garantido o seu acesso à Justiça”, aponta.
Lamachia também reafirmou a preocupação da OAB com a falta de estrutura básica em um grande número de municípios Brasil afora, onde internet de qualidade ainda é algo muito distante da realidade. “Estamos empenhados pela melhoria na estrutura básica de comunicação, contra a péssima qualidade dos serviços oferecidos pelas companhias e igualmente contrariados com a visão equivocada da Anatel sobre o papel que deve cumprir como agência reguladora”, afirmou Lamachia.
O presidente da Comissão Especial de Direito da Tecnologia da Informação da OAB, Frederico Preuss Duarte, estima que cerca de 60% das dificuldades atuais enfrentadas pelos advogados decorrem das diferenças de configuração entre o equipamento utilizado e o requerido. “Com um navegador que se destina exclusivamente ao uso do PJe, as demais configurações do computador dos advogados ficam preservadas, sem que isso influencie no uso do PJe”, conclui.
O gestor de Projetos de Informática do CNJ, juiz Bráulio Gusmão, reforça que a vantagem do Navegador PJe é que ele já vem preparado para o uso do sistema. “Hoje é preciso que o usuário esteja atento à atualização do Java do navegador, à configuração do navegador e a outros detalhes que acabam exigindo conhecimentos que às vezes o usuário não tem. Além disso, toma-se muito tempo”, explica.
Clique aqui e veja mais sobre o novo navegador.
Fonte: Conselho Federal
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